• Prof. Carlos Augusto Pereira dos Santos Possui Graduação em ESTUDOS SOCIAIS pela Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA (1990), Mestrado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (2000) e Doutorado em História Do Norte e Nordeste do Brasil pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE (2008). Atualmente é Professor da UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAU - UVA. Leciona as disciplinas de Historiografia Brasileira e História do Brasil I e II. É tutor do Programa de Educação Tutorial - PET HISTÓRIA/UVA. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: militancia comunista, ditadura, cotidiano, cultura e trabalhadores urbanos. conheça o grupo de pesquisa Cidade, Trabalho e Poder. Clique Aqui
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Historiador: profissão quase regulamentada

Projeto passa por mais uma comissão no Senado e segue para a última na casa. Porém parlamentares criticam o projeto

  • Senadores Paulo Paim [esq.], autor do projeto de lei, e Aloysio Nunes, que criticou a proposta


    Mais uma etapa no processo de regulamentação da profissão de historiador se cumpriu nesta terça-feira (5). O PLS 368/09, que trata do assunto, passou pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) e seguiu para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, última parada antes de ir para Câmara dos Deputados. A Câmara deve encaminhar o projeto para as comissões de Educação e Trabalho. Se aprovada nestas instâncias fica a cargo da presidenta da República sancionar a lei. Se tiver qualquer emenda, o projeto volta ao Senado e passa pelo processo novamente. Ainda não há data para o PLS ser discutido na CAS, comissão onde normalmente os projetos de regulamentação de profissões. O projeto em questão, aliás, já passara pela CAS, em uma decisão chamada de terminativa, quando não precisa passar pelo plenário e é indicada diretamente para a Câmara, mas foi pedida, à época, para que ele passasse por outras comissões. Apesar do avanço no processo e do apoio de senadores como Cristovam Buarque, do PDT-DF, que já escrevera, em 2009, relatório favorável à emenda, o projeto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), recebeu críticas de outros parlamentares. O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) argumentou que o projeto pode aumentar a burocratização na hora da produção de livros, como a necessidade de filiação em uma ordem da categoria. Ele citou ainda autores como Evaldo Cabral de Mello e Boris Fausto, como exemplo de que a falta de diploma de História não teria interferido em sua produção literária.
  • Foto: Senadores Paulo Paim (autor do projeto) e Aloysio Nunes (que criticou a proposta). Fonte: revistadehistoria.com.r.

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