• Prof. Carlos Augusto Pereira dos Santos Possui Graduação em ESTUDOS SOCIAIS pela Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA (1990), Mestrado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (2000) e Doutorado em História Do Norte e Nordeste do Brasil pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE (2008). Atualmente é Professor da UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAU - UVA. Leciona as disciplinas de Historiografia Brasileira e História do Brasil I e II. É tutor do Programa de Educação Tutorial - PET HISTÓRIA/UVA. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: militancia comunista, ditadura, cotidiano, cultura e trabalhadores urbanos. conheça o grupo de pesquisa Cidade, Trabalho e Poder. Clique Aqui
Posted by Carlos Santos 4 comentários

A PRIMEIRA A GENTE NUNCA ESQUECE E QUASE NÃO PERCEBE!

O XII ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA realizado entre 21 e 25 de junho, no Cariri cearense, não serviu apenas para a socialização e discussão de trabalhos acadêmicos entre estudantes e profissonais da História. Foi um marco em todos os sentidos. Primeiro por ter sido o único até agora a priorizar uma região, expandindo suas atividades para cidades em torno da sede do evento. Desta forma, podemos conhecer um pouco da cultura e da história de cidades comno Juazeiro, Barbalha, Nova Olinda e Crato. De parabéns portanto, a direção da ANPUH pela ousadia, sendo em quase sua totalidade reeleita para mais um biênio. No evento, já é praxe, eleger a próxima diretoria e o local do próximo encontro. Neste sentido, mais ineditismos - o presidente se reelegeu e foram apresentadas três propostas para sediar o XIII Encontro Estadual de História em 2012. Não vou me ater ao processo de escolha, posto que a assembléia é soberana e todos já sabem que as Faculdades INTA irão sediar o próximo encontro.
No entanto, um fato, um dia após a escolha acima aludida, me despertou da letargia em que até então me encontrava. No ato da defesa da candidatura da cidade de Camocim eu, na minha displicência e nervosismo, não percebi que os ruídos que vinham de certo setor da platéia era uma VAIA, provavelmente por ter dito alguma asneira ou um trocadilho infame. O certo é que o aluno do INTA no dia seguinte ao me abordar e pedir desculpas sobre o ocorrido é que fui perceber que tinha sido vaiado. Ele disse: não vaiamos o senhor, mas o que foi dito. Seja o que foi dito, quem disse fui eu, portanto...
Mas, agora, passado o fato, reelaboro-o da seguinte forma: tudo tem a primeira vez. Poderia ter sido pior, imagina se tivesse partido dos meus alunos da UVA? Além do mais, as três candidaturas possibilitou nosso exercício com a democracia. Se antes, procurava-se e adulava-se -se para que algum associado levasse o encontro para sua universidade, desta vez, podemos avaliar as propostas, fazer lobby nos bastidores, debochar das apresentações, colocar questões de ordem na assembléia, enfim, votar numa proposição.
Considero-me que saí mais rico desse encontro. Foi uma semana de aprendizado com os alunos e colegas de profissão, principalmente por ter participado e defendido a candidatura da minha cidade - Camocim, apoiada pelo colegiado do Curso de História da UVA, mas, principalmente por ter tido a sensação de ser vaiado, mesmo sabendo tardiamente... Até 2012!!!!

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4 Responses

  1. Iúúúúúú!!!! ô povo véi besta, nã!!!!
    Rapaz, com vaia ou sem vaia... o encontro foi sim muito proveitoso.
    E se tudo tem sua primeira vez... Parabéns por ter sido
    agraciado com a "mulecagem intiana". (sem eskecer do belo "soneto de matutu"
    que pro Sr.foi "escrevido")
    Entre gracejos e tropeços... na proxima kem sabe, Camocim ou Ipú (um dos
    dois arrasta)!
    Mas Camocim sai vitorioso, bem pior foi o Ipú que nem vaia levou pra casa!!!
    rsrsrsrs

  2. Jane Santos says:

    kkk!! Podes cre, esse encontro foi tudo de bom, apesar das saudades latentes no final de semana!! Mas Carlos, da gente cê num ia levar vaia de jeito nenhum, só mesmo por gracejo, como fizemos no ônibus!! kkk Pra você é só coisa boa... até o que deveria ser chato,foi legal, foi tudo brincadeira, o que nos é muito comum, né? Da próxima num tem escapatória, é nóis de novo na fita... ou na vaia! kkkk

  3. É como diz o ditado matuto: "Nóis sofre, mas nóis goza".

  4. È pro. essas coisas acontecem
    mas é porque eles não lhe conhecem nem tiveram e talvez nunca terão o prazer de ter você como professor.

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