• Prof. Carlos Augusto Pereira dos Santos Possui Graduação em ESTUDOS SOCIAIS pela Universidade Estadual Vale do Acaraú - UVA (1990), Mestrado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (2000) e Doutorado em História Do Norte e Nordeste do Brasil pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE (2008). Atualmente é Professor da UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAU - UVA. Leciona as disciplinas de Historiografia Brasileira e História do Brasil I e II. É tutor do Programa de Educação Tutorial - PET HISTÓRIA/UVA. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: militancia comunista, ditadura, cotidiano, cultura e trabalhadores urbanos. conheça o grupo de pesquisa Cidade, Trabalho e Poder. Clique Aqui
Posted by Carlos Santos 1 comentários


OLHA AÍ GALERA A POESIA AFLORANDO NOS VERSOS DO LUÍS CARLOS. A POESIA MARCA A VOLTA DOS HISTORIADORES ÀS QUADRAS DE FUTSAL. COMO JOGADORES, ATÉ QUE TEMOS QUEDA PARA OS VERSOS... CONFIRAM!!!! HOJE VOLTAREMOS A PROTAGONIZAR LANCES DE "BOLAS CHEIAS", "MURCHAS" E "VIDEO CASSETADAS"


Um jogo na História

Luis Carlos Lima

Ontem se reuniu uma turma, lá do curso de História. Sem ter muito o que fazer, inventaram de jogar bola.

Pense num jogo esquisito. Mas até que foi legal. O mais empolgado, o Marcelo, cinco minutinhos e passou mal.

Vomitou o que não tinha, botou os bofes pra fora. Lá na quadra a negada animada, danada jogando bola.

Thiago, aquele “fortim”, pense num goleiro do bom. Não é melhor que o Taffarel, mas também não é pior que o Bufom.

O troféu dele foi a bolada que o Rabelo acertou. Bem nas fuças do coitado, que quase desmaiou.

Jogava muito o Rabêlo. Toda bola lançada, dominava com o joelho. Era tanta bola fora, que jogando no outro time, parecia nosso zagueiro.

O jogo foi do bom. E não faltou professor. Alênio, Carlos Augusto, até o Adauto jogou. Jogou de zagueiro. Uns quatro gols ele salvou.

De calça jeans e pés descalços, improvisando, sim senhor. Jogou no time sem camisa, até o físico o mestre mostrou.

Alênio, o “lorim”, esse jogou demais. Tanto atacava, quanto defendia o time atrás. Mas o chute ao gol... Ave Maria! Era fraco de mais.

Carlos Augusto relembrou os bons tempos de goleiro. Paredão no meio das traves, Aí de quem gritar :“frangueiro”.

Jogou muito, sem fazer nenhum alarde. Só gritou quando, em busca da bola, sapecou a cara na trave

Jogando na linha, deu uma caneta no meu amigo Lucivan, Que ficou desnorteado, só vai se dar conta do drible amanhã.

Mas Lucivan, coitado, tinha que se conformar. Eu mesmo, que não jogo muito bem, dei nele uma caneta, um banho e um de “arrudêi

Lucivan não “ismureceu” não. “Fazedorzim” de gol que era danado.

Fazia gol o homem. Fazia, fazia, fazia... Mas os gols que ele fez, até o Marcos Farias.

Só sei que próxima semana jogaremos novamente. Mesmo local e horário. Espero que apareça mais gente.

Ah... Vou logo avisando, já que o boato já se espalhou. Próxima semana tem ele, o fenômeno... Agenor!


P.S: Arranjamos uma quadra 0800, bem pertim que é prá ninguém dar desculpa de não ir. Sebo nas canelas negada!!!!

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1 Response

  1. kkkkkkkkkkkkkkkk!!! Eu tinha que ter visto esse jogo. Se foi mesmo como o Luis Carlos falou, deve ter sido muito engraçado. Aliás, parabéns, Luis Carlos. Se garantiu, viu!!

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